Critérios técnicos com efeito direto no consumo de energia
- Fluido e temperatura: Fluidos corrosivos/oxidantes (ex.: hipoclorito, ácidos minerais, soda cáustica) exigem materiais com resistência química para evitar degradação e aumento de rugosidade. Tabelas de compatibilidade ajudam a antecipar desempenho e vida útil, reduzindo trocas energointensivas.
- Pressão de operação e diâmetro: A relação pressão–diâmetro–velocidade define perdas de carga e potência de bombeamento. Materiais disponíveis em Schedules e diâmetros adequados permitem ajustes de espessura/rigidez sem sobredimensionar bombas.
- Ambiente e instalação: Atmosferas salinas, áreas quentes, subterrâneo e zonas com agentes químicos afetam corrosão e durabilidade; escolher materiais intrinsecamente resistentes diminui manutenção, trocas e retrabalho — poupando energia de fabricação, transporte e instalação de reposições
Como diferentes materiais influenciam a eficiência energética
- Metais (aço carbono/inox): alta resistência mecânica e amplitude de pressão/temperatura; porém, corrosão e incrustação podem elevar perdas de carga ao longo do tempo e induzir trocas/manutenções com alto custo energético e ambiental.
- Termoplásticos comuns (PVC, PP, PEAD): baixa condutividade térmica e resistência a muitos agentes, com limites de temperatura/pressão menores; quando aplicáveis, reduzem perdas térmicas e evitam corrosão — ganhos operacionais e de tubulação industrial ecológica.
- Termoplásticos de engenharia (CPVC, PVDF): ampliam faixa de temperatura e resistência química, mantendo vantagens de baixa condutividade e massa reduzida (menos energia em transporte/instalação), com forte suporte de dados de compatibilidade química.
Operação e manutenção: energia “invisível” que a tubulação ajuda a economizar
A operação de uma planta industrial depende da estabilidade hidráulica das tubulações, e isso tem impacto direto no consumo de energia. Quando o material sofre corrosão, incrustação ou descamação, a rugosidade interna aumenta e as bombas passam a trabalhar fora do ponto ideal, exigindo mais potência para manter a vazão — um consumo “invisível” que cresce ao longo do tempo. Estudos sobre perdas de carga mostram que a preservação das características internas da tubulação é fundamental para evitar esse aumento gradual no uso de energia.
A integridade do fluido também tem papel importante: tubulações que mantêm estabilidade química reduzem contaminações, formação de biofilmes e necessidade de retratamento dos fluidos, evitando processos energointensivos de limpeza e reprocessamento. Publicações técnicas destacam que essa estabilidade impacta diretamente a eficiência das operações.
Além disso, tubulações mais resistentes a agentes químicos e ambientes agressivos demandam menos intervenções e reduzem paradas de manutenção — etapas que consomem energia durante desligamentos, startups e atividades corretivas. Dados sobre resistência química confirmam que materiais estáveis diminuem essas paradas e contribuem para uma operação mais eficiente.
Em conjunto, esses fatores mostram que a tubulação escolhida não influencia apenas o fluxo do fluido, mas também o desempenho energético e ambiental da planta, tornando a operação mais previsível e eficiente ao longo de toda a vida útil do sistema.
Como o CPVC Corzan® contribui para a eficiência energética
Após avaliar perdas hidráulicas, transferência térmica, corrosão e LCA, alguns atributos do CPVC Corzan® se destacam para metas de energia e ESG:
- Baixa condutividade térmica → reduz perdas de calor (ou ganhos), aliviando aquecimento/resfriamento e potencialmente o espessamento de isolamentos, com benefício direto de kWh.
- Resistência química ampla (teste/curadoria para 400+ químicos) → preserva integridade interna, minimiza aumento de rugosidade e ajuda a manter bombas próximas ao BEP por mais tempo.
- Menor massa e instalação simplificada → menos energia em transporte e obra; contribuição mensurável para CPVC sustentável e tubulação sustentável.
- Evidências de ciclo de vida (EPD/LCA de terceiros) → relatórios indicam menor energia incorporada e benefícios ambientais quando comparado a alternativas metálicas, reforçando o impacto ambiental de tubulações ao longo do uso.
Em síntese, embora a decisão dependa do processo e do fluido, o CPVC Corzan® oferece uma combinação sólida de desempenho hidráulico estável, menor transmissão de calor e robustez química — fatores que reduzem o consumo energético operacional e apoiam metas de sustentabilidade ao longo do ciclo de vida do ativo.
A escolha do parceiro correto
Através da sua rede de fabricantes parceiros, o CPVC Corzan®, é amplamente disponibilizado em todo o mercado brasileiro. Todos os fabricantes parceiros ao redor do mundo são selecionados com base em seu histórico comprovado de confiabilidade. Para garantir a qualidade dos tubos e conexões Corzan® cada um deles é contratualmente exigido para participar do nosso programa de garantia de qualidade. O programa assegura a produção consistente da qualidade não obstante quando, onde e por quem o CPVC é fabricado. Essa escolha cuidadosa é importante para que o produto final tenha o desempenho testado e comprovado por normas internacionais.
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A eficiência energética de uma planta industrial está diretamente ligada à capacidade do sistema de tubulações de